Para ser bom em algo, é preciso um ato de autonomia.
O cérebro não quer o seu potencial. Existe uma verdade pouco confortável sobre o desempenho humano: o cérebro não tem compromisso com o nosso potencial. Ele não foi desenvolvido para nos transformar em grandes atletas, escritores, empresários, artistas ou profissionais extraordinários. Sua prioridade é mais elementar: conforto, reprodução e sobrevivência.